Archive for the ‘Mensagens’ Category

Ponte do Arco Iris

Bem do ladinho do céu tem um lugar chamado Ponte do Arco Íris.
Quando morre um animal que foi especial para alguém daqui, esse animal vai para Ponte do Arco Íris.

Lá existem riachos e colinas para que todos os nossos amigos possam correr e brincar juntos.

Tem muita comida, água e sol, e nossos amigos estão quentinhos e confortáveis. .

Todos os animais que estavam velhos e doentes voltaram a ter vigor e saúde; aqueles que estavam machucados ou aleijados estão inteiros e fortes novamente, exatamente como nas nossas lembranças dos tempos que já se foram.

Os animais estão felizes e contentes, exceto por uma coisinha: cada um deles sente falta de alguém muito especial , que teve que ficar para trás.

Todos correm e brincam juntos, mas chega o dia quando um subitamente para e olha para longe. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo treme de ansiedade. De repente ele começa a correr para longe do grupo, voando sobre o gramado verde, suas pernas indo mais e mais rápido.

Você foi avistado, e quando você e o seu amigo finalmente se encontrarem, vocês se abraçam numa reunião feliz, para nunca serem separados novamente. Os beijos alegres chovem sobre o seu rosto; suas mãos afagam de novo a cabeça amada, e você pode olhar mais uma vez nos olhos confiantes do seu amigo, ausentes há tanto tempo da sua vida mas nunca longe do seu coração.

Aí vocês cruzam juntos a Ponte do Arco Íris….

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Observando a natureza, vemos pássaros coloridos pelo espaço azul. Também encontramos pássaros caídos dos ninhos, que dependem, para viverem, da boa vontade de quem os encontre e auxilie.

Existem os pássaros livres a cantar pelas campinas e outras aves, engaioladas, limitadas.

Não têm liberdade de beijar o sol, nem desfrutar dos ventos que sopram sobre os céus de anil.

Da mesma forma que encontramos aves livres e aves engaioladas, limitadas, temos as crianças.

Existem muitos lares-gaiolas, lares-prisões, lares-opressão, em contraste com poucos lares-canteiros, lares-bosques exuberantes, lares-céus-azuis.

Os primeiros são os que reprimem, que enxergam somente um lado sombrio em tudo.

Os que mutilam o caráter, que inibem a criatividade, que maculam a pureza ou que perturbam a alma infantil.

Tudo graças à imperícia ou má-vontade dos adultos que os conduzem.

Os segundos são os lares como Deus deseja para os seus filhos recém-chegados às experiências corporais.

São lares que observam, que norteiam, que corrigem, que cooperam para o acerto.

Lares que incentivam o bem, que valorizam as conquistas felizes e que deixam, enfim, crescer os pequeninos.

Há crianças que ficam à espera que algum amigo ou vizinho as possa resgatar dos tentáculos dos seus próprios ninhos que as devoram, aos poucos.

Outras se apresentam aflitas diante da perspectiva ou da atuação da violência. Ficam ansiosas, neurotizadas.

Outras mais se apresentam deprimidas em face do abandono a que são relegadas.


Essas esperam, desesperançadas, o que o amanhã lhes haverá de propiciar.

Pensemos nesses pequeninos, como pensamos nos pássaros que correm risco de extinção.

Tratemos de preservá-los com a contribuição do acompanhamento maduro e afetuoso.

Providenciemos-lhes assistência escolar, formação moral nobre e segura, horas de encantamento lúdico construtivo.

Desta forma, as estaremos auxiliando a superar a infância difícil, a meninice em perigo, tal como costumam encontrar ao chegar à terra.

Evitemos atulhar a mente infantil com os produtos da perturbação comum dos adultos.

Poupemos as crianças do palavreado desvairado e obsceno. Também dos noticiários amedrontadores e criminosos.

Permitamos que vivam a infância, poupando-as do excesso de atividades.

Recordemos que para a criança deverá haver hora para tudo. Para a escola e o brinquedo. Para o alimento e para o sono.

Tudo para que ela aprenda a coordenar seu tempo, a se disciplinar, forjando dias de harmonia e de maturidade para os caminhos futuros.

Ofertemos-lhe, enfim, Jesus. Com ele, ela será amparada, instruída e aconchegada, sobretudo se nos dispusermos a dar-lhe o ninho dos nossos próprios braços e dos nossos corações.

Tudo em nome dele, o menino de Nazaré, e conforme ele mesmo o faria.

Até mesmo porque ele rogou que ninguém impedisse de chegar até ele os pequeninos.

Toda criança que renasce no mundo, traz consigo a mensagem da esperança de viver, crescer e ser feliz.

É nosso dever zelar para que ela alcance seu intuito, a fim de se tornar um adulto equilibrado, homem digno, contribuindo para o bem de todos.

A infância é a escola primeira onde o adulto se ensaia e prepara para os embates do mundo.

Proteger a infância, zelar pelos pequeninos é preparar o mundo melhor do amanhã, que todos idealizamos.
 

Bebes 01

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Espiritualidade é um estado de consciência; não é doutrina não!

É o que se leva dentro do coração.

É o discernimento em ação.

É o amor em profusão.

É a luz nas idéias e equilíbrio na senda.

É o valor consciente da alegria na jornada.

É a valorização da vida e de todos os aprendizados.

É mais do que só viver; é sentir a vida que pulsa em todas as coisas.

É respeitar a si mesmo, para respeitar o próximo e a natureza.

É ter a plena noção de que nada acaba na morte do corpo, pois a alma segue além, algures, na eternidade…

É saber disso – com certeza -, e não apenas crer nisso.

É viver isso – com clareza -, sem fraquejar na senda.

É ser um presente, para si mesmo, para os outros e para a própria vida. Espiritualidade é brilho nos olhos e luz nas mãos.

E isso não depende dessa ou daquela doutrina; depende apenas do próprio despertar espiritual; depende do discernimento de se unir aos sentimentos legais, no equilíbrio das próprias energias, nos atos da vida.

Ah, espiritualidade é qualidade perene; não se perde nem se ganha; apenas é!

É valor interno, que descerra o olhar para o infinito…

Para além dos sentidos convencionais.

É janela espiritual que se abre, dentro de si mesmo, para ver a luz que está em tudo.

Espiritualidade é essa maravilha: o encontro consigo mesmo em paz.

Espiritualidade é ser feliz, mesmo que ninguém entenda por quê.

É quando você se alegra, só pelo fato de estar vivo!

É quando o chacra de seu coração se abre igual a uma rosa, e você se sente possuído por um amor que não é condicionado a coisa alguma, mas que ama tudo.

É quando você nem sabe explicar porque ama; só sabe que ama.

Espiritualidade não depende de estar na Terra ou no espaço; de estar solteiro ou casado; de pertencer a este ou aquele lugar; ou de crer nisso ou naquilo.

É valor de consciência, alcançado por esforço próprio e faz o viver se tornar sadio.

Espiritualidade é apenas isso: Ser feliz!

Ou como ensinavam os sábios celtas de outrora:

Ser um ser presente!

 

wagner borges

Espiritualidade 1

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“Eu sou aquele que te espera.

O teu carro tem um som especial e eu posso reconhecê-lo entre mil.

Os teus passos tem um timbre de magia, eles são música para meus ouvidos.

A tua voz é sinal maior do meu momento feliz.E as vezes tu nem precisas falar…

Eu ouço a tua tristeza, eu sinto a tua alegria.

Como isso me faz feliz!Eu não sei o que é cheiro bom ou mal.

Só sei que o teu cheiro é o melhor.De algumas presenças eu gosto.

De outras não!

Mas a tua presença é que movimenta meus sentidos.

Tu, acordado, me despertas.

Dormindo, és meu Deus em repouso.E eu velo teu sono.

Teu olhar é um raio de luz quando percebo teu despertar.

As tuas mãos sobre mim têm a leveza da paz.

E quando tu sais, tudo é vazio outra vez.

Eu volto a esperar sempre e sempre.

Pelo som do teu carro.

Pelos teus passos.

Pela tua voz.

Pelo teu estado às vezes inconstante de humor.

Pelo teu cheiro.Pelo teu sono sob minha vigília.

Pelo teu olhar.

Pelas tuas mãos.

Eu sou feliz assim…

 

EU SOU SEU CÃO .”

EDU E LADY

 

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Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.

Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.

Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis sérias e bem situadas como você.

Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um inclusive os seus.

 

Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela a falta de gente à sua volta.

Você pode ouvir o seu coração e viver aproximadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.

Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.

Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.

Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece.

Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.

 

Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.

Você pode viver o presente que a Vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou – e, portanto não há mais nada a fazer -, ou a um futuro que ainda não veio – e que, portanto não lhe permite fazer nada.

Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.

Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por conseqüência, melhorando tudo que está à sua vota, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.

 

Você pode celebrar a Vida e a Energia Universal que o criou, ou celebrar a morte, aterrorizado com a idéia de pecado e punição.

Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida.

Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender nada mais.

Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.

 

A escolha é sua.

E o importante, é que você sempre tem escolha.

 

Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer.

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Stella estava sentada na sala. Era inverno. Mas o maior frio que ela sentia vinha de dentro. Da alma.

Jamais ela sentira tanto medo da tempestade, dos ventos gelados e da chuva. É que agora estava sozinha.

Seu querido David havia morrido há 3 meses. Ela jamais poderia imaginar que sentiria tanto a sua falta.

Desde que o diagnóstico de câncer terminal chegara, ela se preparara para a morte dele.

Ele também. Homem organizado, deixara toda a papelada em ordem.

Dinheiro não lhe faltaria para as necessidades. Ele pensara em tudo.

Mas a ausência dele era terrível. Ao terceiro toque da campainha, ela se levantou para atender a porta.

Antes, olhou pela janela, um pouco desconfiada. Afinal, havia tantos assaltos.

Era um rapaz com uma caixa grande. Viu o carro de entregas estacionado em frente ao portão.

Abriu a porta e o ar gélido entrou, tomando conta da sala inteira.

É a senhora Araújo? -perguntou o funcionário.

Ao sinal afirmativo de Stella, ele pediu licença para entrar e colocou a caixa no meio da sala.

Antes que pudesse indagar qualquer coisa, o entregador, jovial, foi explicando:

A senhora nos desculpe. Era para entregar somente na véspera do Natal. Porém, hoje é o último dia de expediente no canil. Espero que a senhora não se importe.

Entregou-lhe um envelope, abriu a encomenda e retirou o presente: um filhote de cão Labrador.

A carta explica tudo, continuou o rapaz. O cão foi comprado em julho, quando a mãe dele estava prenhe.

Ele tem seis semanas de idade e é um cão doméstico.

A senhora espere um pouco que vou buscar o restante da encomenda.

Largou o cãozinho e ele foi se sentar aos pés de Stella, fungando feliz e olhando para ela.

O restante da encomenda era uma caixa enorme de alimentos para cães, uma correia e um livro Como cuidar de seu cão Labrador.

Stella continuava parada, estática. Acabara de reconhecer no envelope a letra de David.

Quando o entregador se foi, ela andou de volta até a sua poltrona. Tremia inteira.

O cãozinho ficou ali, olhando-a ainda com seus olhos castanhos, à espera de um afago.

A carta não era longa mas repassada de carinho.

David a escrevera antes de morrer e a deixara com o proprietário do canil. Era seu último presente de Natal.

Ele havia comprado o animal para lhe fazer companhia. A carta era cheia de amor e lhe dava ainda conselhos e incentivo para que fosse forte, até o dia em que voltariam a ficar juntos, na espiritualidade.

Ela olhou para o cãozinho e estendeu a mão para o apanhar. Segurou-o nos braços. Pensou que fosse pesado, mas tinha o peso e tamanho da almofada do sofá.

O animalzinho de pelos castanhos lhe lambeu o queixo e se aninhou em seu pescoço.

Ela chorou de saudade. Ele ficou ali, quietinho.

Então, criaturinha, aqui estamos você e eu.

O cachorrinho fungou, concordando, pondo sua língua rosada para fora.

Stella sorriu.

Então, vamos para a cozinha fazer uma sopa? Vou lhe dar ração e depois leremos um bom livro, juntos. Que acha?

O cãozinho latiu e abanou a cauda, como se tivesse entendido exatamente o sentido de cada uma das palavras.

E acompanhou Stella até a cozinha.

Na sua imensa sabedoria, Deus criou os animais para auxiliar o homem em suas tarefas, tanto quanto para lhe prover algumas necessidades.

Também para servir de amparo aos que andam sós, aos famintos de afeto.

Tornam-se muitas dessas criaturas, em sua missão de servirem ao homem, excelentes zeladores de vidas humanas.

Ao homem cabe amparar-lhes as vidas e retribuir-lhes com cuidados a atenção e devotamento.

São também eles a manifestação do amor de Deus na Terra.

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“Um dia desses, li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem. Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada. Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes no caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques…”

            Quando nascemos, ao embarcarmos neste trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não é verdade.

            Infelizmente, em alguma estação eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós. Embarcam nossos irmãos, amigos e amores.

Muitas pessoas tomam este trem a passeio, outras fazem a viagem experimentando apenas tristezas, e no trem há, também, pessoas que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar a quem precisa.

            Muitas descem e deixam saudades eternas, outras tantas viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.

Curioso é considerar que alguns passageiros, que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separado deles.

            Mas claro que isto não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando este lugar.

            Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques, sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

            Nós mesmos fraquejamos algumas vezes e, certamente alguém nos entenderá. O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.

            E fico pensando: quando descer desse trem sentirei saudade? Sim.

            Deixar meus filhos viajando nele sozinhos será muito triste.

            Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

            Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram, e o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para que tenha crescido e se tornado valioso.

            Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade, para que, embarquem e desembarquem pessoas, minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade…que entrará? Quem sairá?

            Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo, deixaram desmoronar.

            Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o melhor de “todos os passageiros”.

            Agradeço a DEUS por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.   

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Eu sou o Sol que aquece a vida, em nome da Vida que criou o Sol.

Sou eu quem reverdece o campo em beijos cálidos após a demorada invernia.

Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas, a fim de que se ergam, e as desiludidas, para que recomecem a faina do próprio crescimento.

Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas, impedindo-os de experimentar deperecimento.

Sou eu a música que enternece o revoltado, e sou o poema de esperança que canta alegria onde houve devastação.

Por onde eu passo, um rastro luminoso fica vencendo a sombra que cede lugar à claridade libertadora.

Eu sou o medicamento que restaura as energias combalidas, e sou o bálsamo que suaviza o ardor das chagas purulentas que levam ao estertor e à alucinação. Sou a gentileza que ouve pacientemente a narrativa do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária, conquanto a aflição que se espraie entre as criaturas.

Eu sou o fermento que leveda a massa e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.

Sou eu a paz que visita a charneca, adornando-lhe a paisagem lúgubre.

Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa para aromatizar os seres e o vergel.

Sou eu a consolação que cicia palavras de fé aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que já não confiam em ninguém, aturdidos pelas frustrações e feridos pelas dores excruciantes.

Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles que são tidos como mortos ou que estão adormecidos, a fim de que possam voltar ao convívio dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.

Sou eu a água refrescante que sacia a sede de todas as necessidades e limpa as sujidades da alma deteriorada, preparando-a para os renascimentos felizes.

Eu sou o hálito divino sustentando a criação e penetrando por todas as partículas de que se constitui.

Convido minha irmã, a Fé, para que ofereça resistência ao viajor cansado e o alente em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.

Eu me apoio na irmã Esperança que possui o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.

Quando elas chegam, o prado queimado se renova, porque se me associam, fazendo que arrebentem flores e frutos onde a morte parecia dominar…

As duas, a Fé e a Esperança, constituem os elementos vitais da minha alma, a fim de que permaneça conduzindo todos os seres.

O Senhor enviou-me em Seu nome, com a missão de lembrar a Sua presença no mundo, desde quando me usou para que as criaturas que Lhe desafiaram a Justiça e a Misericórdia, pudessem recomeçar o processo de evolução.

Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação contínua do Bem e embriagai-vos de felicidade.

Eu sou a caridade!

Cáritas

 jesusorando

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Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivencia. Isso inclui idade, peso e altura.

Deixe o médico se preocupar com eles.

Para isso ele é pago.

Frequente, de preferencia, seus amigos alegres.

Os de “baixo astral” puxam voce para baixo.

Continue aprendendo…

Aprenda mais sobre literatura, artesanato,jardinagem,qualquer coisa.

Não deixe seu cérebro desocupado.

Uma mente sem uso é a oficina do diabo.

E o nome do diabo é Alzheimer.

Curta coisas simples.

Ria muito e, muito alto.

Ria até perder o folego.

Lágrimas acontecem.

Aguente, sofra e siga em frente.

A única pessoa que acompanha voce a vida toda é voce mesmo.

Esteja vivo, enquanto voce viver!

Esteja sempre rodeado daquilo que voce gosta:

família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for.

Seu lar é o seu refúgio.

Aproveite sua saúde.

Se for boa, preserve-a.

Se está instável, melhore-a.

Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

Não faça viagens de remorso.

Faça uma viagem ao shopping, para uma cidade vizinha, para um país estrangeiro,

mas não faça viagem ao passado.

Diga a quem voce ama, que voce realmente os ama, em todas as oportunidades.

E lembre-se sempre que:

A vida não é medida pelo número de vezes que voce respirou, mas pelos momentos em que voce perdeu o fôlego:

de tanto rir…

de surpresa…

de êxtase…

de felicidade…      

Pablo Picassocachoeiras-escondidas-2261

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Paz na Terra aos que crêem no poder da oração. A humanidade necessita unir-se em torno das mensagens de amor do Cristo cósmico, semeando generosidade e compaixão neste vínculo de eternas verdades. Um tempo de dificeis purificações levam tormentas silenciosas a mentes e corações, cristalizando o grande mistério da evolução nas conciências. Os iniciados serão portadores das forças pacíficas no caminho de um novo alvorecer. Mentalizando as energias do bem irá sendo criada uma corrente de paz em torno do planeta, espalhando a luz que irá guiar os buscadores com amor universal, guiando e unindo a todos como a grande estrela da iluminação cujo brilho eterno traz o grande sinal lições cósmicas do grande sol central no universo, anunciandas por grandes mestres e anjos através dos tempos. Paz a todos os seres do universo.

PeaceKisamara   

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