Na Boutique do Açúcar tem Promoção de Natal!
Passa lá!

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Não, o Arthur (ainda) não tem um amigo imaginário.
O amigãozão em questão é o Dudu, uma gracinha de menino, que do alto dos seus 11 aninhos, conquistou meu filhote de cara. Irmão de um garotinho de 3 anos e uma princesinha de 2 meses, o garoto tem paciência de Jó com meu filhote de 1 ano e 7 (quase 8 ) meses – por que será, hein?!
No primeiro contato, Arthur enlouqueceu quando viu aquele garoto magrelinho jogando bola com um colega na quadra ao lado do parquinho, no nosso prédio. EU, já me preparando pra um escândalo, comecei a explicar que ele não poderia ir lá, porque eram meninos grandes e poderiam machucá-lo, e blábláblá, quando Dudu vire e me diz:
“- Ah, tia, deixa ele vir aqui!” - e eu respondi:
“-Tem certeza? Ele não vai deixar vocês brincarem.”
“-Deixa, tia, pode deixar”
e lá fomos nós pra quadra. Arthur se divertiu a valer, e pasmem! Os meninos maiores também, ele ficou trançando pelo meio dos dois o tempo todo, chutando todas as bolas que estavam na quadra (uma pra cada um).
O tempo foi passando e sempre que vê o dudu, é uma festa.
Mas hoje foi demais!
Chegamos ao parquinho e dudu estava batendo bola com um dos trogloditas do condomínio (quem não tiver um vizinho adolescente e troglodita no condomínio, está no paraíso!). Expliquei que não poderíamos ir na quadra, que depois o Dudu viria brincar com ele, na areia. Sabem o que ele fez? Chamou o dudu!!
- “Dju-Dju, cá!” (Dudu, vem cá!) – e claro, o dudu veio, brincaram bastante, e pra subir, tive que convidar o filhote pra comer abacaxi – ele nunca tinha visto um, ficou com medo de tocar… e depois de descascado, detestou a fruta azedinha…ehehehehe
Eu fico impressionada como realmente nossos filhos são nosso reflexo, se gritamos em casa, eles gritarão na rua, se somos afáveis e amorosos, eles assim o serão… a mãe do dudu, apesar da completa falta de tempo (oi? TRÊS filhos!!), está sempre monitorando seus meninos no parquinho. Os mal educados e truculentos, se têm alguém cuidando, aparece muito pouco ou quase nunca, e quando “conheço’ alguns dos pais, na maioria deas vezes, estão aos berros com os filhos, ou simplesmente nem oi dizem ao passar pelo parquinho…
Fica aqui um alerta: Pais e Mães, se querem um mundo melhor pros seus filhos, COMECEM DENTRO DE CASA…
Beijo grande!
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A Vanessa, do Mãe é tudo Igual (blog que eu amoooo de paixão!!) está com uma promoção pro mês das Mães:
Conte sua história de Mãe (ou filha, ou filho) e concorra ao livro “Doidas e Santas, da Marta Medeiros”:

Inscrições até 28 de maio, o resultado sai na primeira semana de junho!
Participe!
Além poder ganhar esse livro “tudodebom”, ainda vai conhecer um dos cantinhos da Vanessa, que sempre nos brinda com textos ótimos!
Beijo grande!
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” Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente
menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma
família’.
‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira.
‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’
‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom
neutro.
‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana,
nada de férias espontâneas.. .’
Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha,
tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela
nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer
que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se
mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para
sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se
perguntar ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de
avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de
crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior
do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e
penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá
reduzí-la ao nível primitivo da da ursa que protege seu filhote. Que
um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua
melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela
investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos
profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas
um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará
no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua
disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter
certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais
serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro
masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme
dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças
gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a
possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando
no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se
questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso
da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá
a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de
menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo
para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais
anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver
seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se
tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da
forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se
pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou
que nunca hesita em
brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se
apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada
românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela
sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com
as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente
sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente
insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de
meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho
aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada
gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou
gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão
real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz
perceber que tenho lágrimas nos olhos.
‘Você jamais se arrependerá’, digo finalmente.
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e
faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres
meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais
maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus…
que é ser Mãe.’”
Autoria desconhecida – (se você conhece o autor, me avisa, que eu linko aqui…(
Um dia maravilhoso para todas nós e nossos rebentos!
Beijo grande!
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Oi, pessoal!
Pasando rapidinho pra informar que estamos em novo endereço:
Estamos fazendo as adaptações necessárias, em breve, o blog estará completinho.
Beijo grande!
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