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…E rolou a festa, mais uma vez!

well…

como a Anne disse muito bem aqui, eu estive doente… louca alucinada pela festa de dois aninhos do meu filhote! Desde o finalzinho do ano passado pensando em tema, como fazer, o que fazer, como enfeitar… eu só tinha certeza de uma coisa: como aqui a casa não é de ferreiro, EU ia fazer todos os doces!

E pra definir o tema? Meu filhote tem gosto sazonal, tem épocas que é viciado em Toy Story (“Toy-toy”), outras, é apaixonado pelo Shrek e cia, e ainda sobra tempo pra amar trens e o Expresso Polar, paixões essas sempre acompanhadas pelo amor aos cavalos e bichinhos de fazenda – ele não pode ver um “cabalo”, um “poco”, uma “paca” (vaca), uma “mé” (ovelha), que repete o nome do bichinho à exaustão, até alguém lhe dar atenção e ele pedir o bichinho “na mia mão”. Por conta dessa mudança de gostos, no início do mês decidi que quem ia decidir o tema era ele. Coloquei um cavalinho, um Shrek e um Buzz na frente dele e pedi que pegasse um. O eleito? O cavalo, claro!!

Tema escolhido, parti pro bolo. Escolhe sabor, recheios, e o layout da criação. E nasceu a fazendinha:

Quer detalhes?Clica na foto!

Quer detalhes?Clica na foto!

Claaaaro que eu não resisti e coloquei Arthur montando o Bala no Alvo… era uma delícia toda vez que ele via o cavalinho pronto! dizia que era o “cabalo do toy-toy”…eheheh

E as tardes foram passando assim, a cada dia nascia um bichinho pra morar na fazenda: a galinha com os pintinhos, a pata com os patinhos, a vaquinha, a ovelhinha, o porquinho… a cada bichinho novo, Arthur dava um “oi’ cheio de entusiasmo, sempre que os via! Você pode ver os bichinhos aqui.

Então, comecei a quebrar cabeça com as lembrancinhas. Claro que eu queria uma torre de cupcakes, mas também queria algo que os convidados curtissem e que os fizesse lembrar sempre do Arthur. Então, bolei esses marcadores de livros:

Os cupcakes, todos decorados com “A” de Arthur, sabor baunilha com recheio de doce de leite e chocolate…hummm

A decoração…bem, merecia um capítulo a parte. Mas pra resumir, Eu, maridão e a Dinda perdemos praticamente um pacote inteiro  de balões fazendinha por terem sido cheios demais, e quase perdemos a razão tentando fazer uma árvore de balões (parecia tão fácil no vídeo…ahuahuhauua). Depois de duas horas perdendo balões e a paciência, resolvi desmanchar tudo (pro completo desespero de minhas companhias), e fazer um arco – modéstia à parte, estou a cada ano que passa melhor nessa arte! ahuahuhauhua Comprei uns balões lig-lig e fizemos um painel com o nome do Arthur em EVA:

Tudo bem simples, mas com muito, muito amor! E o melhor de tudo, noss filho adorou! ele curtiu cada minuto da festa com os primos, correu, pulou, esqueceu de comer – praticamente tinha que atropelá-lo pra enfiar um salgadinho goela abaixo – e riu, e sorriu, e encantou!

EU? Terminei o dia um verdadeiro bagaço, mas super mega blaster feliz, porque fiz meu filho feliz.

E isso é o que importa.

Um beijo enorme no coração de todos vocês!!

"Isso tudo é pra mim?"

"Hum, gotoso..."

Não é um sorrisão lindo?!!

Aqui, você revê a festa de um ano.

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Um passo de cada vez…

Oi…

Estou sumida, né?

É.

Quem me conhece sabe que sou muito, mas muito emocional, vidrada em rotina (principalmente no que se refere ao Arthur) e também uma pessoa que tende a ver sempre o copo “meio vazio” ao invés de “meio cheio” – maridão que o diga, coitado!

Eu tenho pensado muito esse tempo que ando sumida do blog . Não é só falta de tempo não, apesar de ele estar bem escasso, cuidando da casa, do filhote, a confeitaria engatinhando a passadas firmes… meu emocional anda meio fora do eixo, e claro, a maldita mania de ver o copo “meio vazio” não tem me ajudado muito.

Explico:

Desde meados de agosto estamos enfrentando uma fase complicada na alimentação do Arthur. Ele parece ter enjoado de comer. E cada dia a coisa rola de um jeito diferente (alô, rotina!! Cadê você, meu Deus?!). Um dia ele come super bem, no outro, dá três colheradas e tranca a boca, num terceiro, ele abre o berreiro (leia-se BERREIRO, parece que tem alguém matando o menino) só de me ver pegar  a panela, num quarto dia só quer leite… meu psicológico está em frangalhos, eu choro, imploro, rezo, faço comidas diferentes, papinhas, ele chora, berra, joga tudo longe… e assim tem sido.

Arthur? Saudável, forte como um touro, e crescendo a olhos vistos, mesmo nessa situação surreal que vivemos. Em dois dias, ele passou a alcançar o botão mais alto da tomada do ventilador, está desenrolando a língua a cada hora que passa – já fala frases de três palavras! E repete quase tudo que falamos, sem contar que está um menino lindo de viver, fofo, carismático e delicioso! Não é um menino gorducho de ter dobras nas coxas, mas está bem forte, com coxas e pernas grossas, e tem energia de sobra!

E você deve estar se perguntando: “mas o que essa louca quer, afinal?! Está reclamando de que?”

E EU te respondo: Sou Mãe. Ver meu filho, que antes batia pratos de mini-caminhoneiro, chorar porque não quer a quarta colherada, me apavora. Tem dias que ele rejeita até mesmo as coisas que mais gosta, como chambinho e meus cupcakes… e isso me desmonta por dentro. Sério, não tenho estrutura pra isso, por mais que ele esteja saudável, alegre e disposto, ele NÃO está comendo direito. A pediatra disse que era superalimentação, mandou cortar o mucilon da mamadeira e prescreveu uma dieta (mas hein?!!) que não funcionou, ele detesta o leite puro, e mesmo com redução do leite matinal, ele não aceita almoço normalmente…

Enfim, tudo isso me deixou abatida, passei um bom tempo sendo meio robô, fazendo as coisas no automático, só querendo chorar e tentando achar uma solução pra isso que acontece com meu filhote. Mas um dia a ficha cai, e você percebe que tem uma família linda, um marido maravilhoso, com uma paciência de Jó, um filho delicioso, que se desenvolve a olhos vistos, uma mãe maravilhosa que larga tudo ao primeiro choro da cria e vem correndo dar colo, amigas lindas, que sempre têm uma palavra de apoio até mesmo nas nossas piores pirações, e se pergunta: “Mas que m@#$ que eu to fazendo?! Com essa vida maravilhosa, eu ainda acho que o copo ta meio vazio?! Acorda, criatura, vai viver!”

E é com esse propósito que eu estou reaprendendo a ser EU mesma – olhar a vida com mais alegria, ver o copo meio cheio SEMPRE e contar até dez quando uma colherada de comida voar a metros de distância ou ouvir um sonoro “QUÉ NÃO!” quando eu oferecer o papá. E EU vou conseguir, ah, se vou!!

Beijo grande!! Estamos de volta!!

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O Primeiro dia do resto de nossas vidas…

29 de janeiro de 2009 – 8h00m

Deitada na maca no centro cirúrgico, eu aguardava. O anestesista estava atrasado. Meu obstetra chamou então, outra anestesista. Ela se aproximou, me deu bom dia, e explicou como seria o procedimento: eu ia me sentar “enrolada” pra ela poder localizar o ponto onde aplicar a anestesia peridural. Expliquei que tenho uma protrusão discal na lombar, e ela me pergunta:

-”Em que altura”? – Putz, não lembro.

- “Hum, entre a s3 e L4, algo assim”. – Ela me olha desconfiada e começa a cutucar minha  coluna na região da lombar até eu reclamar.

- “É aí que dói”?

- “Hum-hum.” -  depois disso, tomo umas três agulhadas doloridas até ela acertar o ponto e aplicar a bendita anestesia. eles me deitam, amarram meus braços e fico mais um tempo esperando a anestesia “pegar”. Minha cabeça está vazia, por incrível que pareça. Depois de cinco anos tentando engravidar, finalmente vou ter meu filho nos braços. Nenhum medo me incomoda. Nem a demora. Nem o tubo chato que enfiam no meu nariz. Parece que fui anestesiada por completo.

Então, finalmente começa: O Dr Borneo chega, com a pediatra e uma enfermeira do lado, e começa o procedimento. Me dá vontade de rir, me lembro dos episódios de “Grey’s Anatomy” em que os cirurgiões discutem de tudo, até sexo, na frente do paciente que estão operando. Mas meu obstetra é discreto, fala aos cochichos com a enfermeira. De repente, ele me avisa: Vai ser agora, querida, vou te sacudir um pouco. Sacudir? Ele me chacoalhou, isso sim! Me deu vontade de rir novamente, ele me chacoalhava tanto, que parecia que Arthur estava colado dentro de mim! Depois de mais uns sacudões, ele grita:

- Pronto! Nossa, que sacudoooo!! -  filho, desculpa, mas era grande mesmo…ehehehehe – acho que Arthur não gostou do comentário, e abriu o berreiro, e minha ficha finalmente caiu: – “Caramba!! Ele está aqui! eu sou Mãe!!”

Dr Borneo trouxe meu filhote pra perto de mim e eu senti aquele momento mágico: meu filho, aos berros, ao ter seu rostinho encostado no meu, parou na hora de chorar… e aí quem abriu o berreiro fui eu. Ali estava, do meu lado, vivo, respirando, perfeito, o sonho que acalentamos por tantos anos. Nosso amor vivo, transbordado, em forma de uma pessoinha gorducha e encantadora.

Hoje, um ano depois, meu filhote já anda, fala bebelês, reconhece a família e os objetos, e me encanta cada dia mais! Sua capacidade de raciocínio fica cada dia mais afiada e ele, ousado que é, já quer correr, subir nas coisas e explorar tudo que vê pela frente… ehehehehe

Eu posso dizer que a Maternidade me trouxe profundas mudanças – estou mais paciente (Ê, estou sim, podem acreditar, ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas melhorei muuuitoooo), menos ansiosa e muito, mas muito apaixonada pela vida. Sabe aquela coisa de lição de vida, que a gente precisa passar por um momento muito especial pra começar a amar as pequenas coisas?  Está certo que eu choro por qualquer coisa (já era chorona, hoje sou mais…ahahaha),tudo me emociona, mas é uma emoção boa, saudável, que me faz muito bem…

Estou infinitamente mais feliz e completa, sim, existe cansaço, noites mal-dormidas, dores na coluna, impaciência, mas cada sorriso dele compensa toda e qualquer dificuldade… ver uma criança crescer, desenvolver-se, interagir com o mundo ao seu redor é simplesmente divino!

E estou apaixonada pelo meu marido como pai. Amo vê-lo namorando nosso filho, o sorriso em seu rosto, o amor transbordando dos olhos, o zelo que ele tem para com Arthur e para comigo… amor, te amo hoje mais que ontem, e amanhã te amarei muito mais!

Enfim, Sou Mãe. A Mãe do Arthur – a pessoa mais babona e feliz desse planeta!

Beijo grande!

Um Ano!

Um Ano!

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EU vs A Balança…

balanca

Desde a minha adolescência eu “brigo” com o meu peso.

Aos doze para treze anos, os hormônios da juventude cruzaram o caminho da minha herança genética e eu virei do avesso. Pra completar, eu fazia natação pra tratar uma rinite forte que também apareceu nessa época. O resultado? Na volta da natação, eu passava na padaria pra comprar o pão do lanche e no caminho, já devorava uns dois pães, a seco mesmo. Foi uma fase difícil, porque eu detestava as mudanças pelas quais meu corpo estava passando, além de engordar, ainda tinha tpm e o cabelo, que parecia que não me pertencia, de tão feio que ficou…ehehehe

Aos 15 anos, eu fiz as pazes com a balança. Simples assim, do mesmo jeito que engordei do nada, emagreci e fiquei esbelta, e pude curtir uma adolescência mais tranquila, salvo pelas espinhas, mas isso era fichinha perto que já tinha passado nos anos anteriores.

A briga séria com a balança começou mesmo perto dos 30 anos, eu comecei a engordar e não parava mais, e olha, eu gosto muito das coisas ditas proibidas, mas nunca comi excessivamente para justificar o que acontecia comigo. Fiz várias dietas da moda, fiz com endocrinologista, e fui “sanfonando”… cansada de tanta luta, aos 31 pra 32 anos, Eu desisti. Estava pesando 85kg e não acreditava que poderia um dia voltar a pesar 65kg… até que sofri um acidente e machuquei minha coluna seriamente. Eu precisava perder peso pra poder colocar tudo no lugar… nessa época, estávamos tentando ter um filho, e a gravidez não acontecia. Passamos por vários especialistas até que um deles disse que eu era obesa (eu sempre soube disso, mas ouvir de outra pessoa, te digo, é dureza….), e que deveria perder peso pra conseguir engravidar. Simples, né? ehehehehe

Depois de uma “entrevada” brava devido ao problema na coluna, resolvi levar o negócio adiante. Fiz rpg, entrei para a academia (só posso fazer hidro) e procurei um nutricionista – num incrível golpe de sorte do destino, ele também é especialista em medicina ortomolecular. E essa foi a primeira vez que ouvi falar que obesidade é uma doença, e o melhor: tem cura!

Iniciei o tratamento, modifiquei meus hábitos alimentares, e em um ano, emagreci 22 quilos! Me sentia linda, vestindo 38, usando as roupas que sempre sonhei… e nosso sonho se realizou! Em junho de 2008, engravidei! Nosso anjinho nasceu em janeiro deste ano, está hoje com 8 meses, lindo e saudável! E Eu? Bem, Eu estou novamente com meu nutricionista, voltando pra academia, pra voltar àquela forma de um ano atrás, mas dessa vez, com um sorriso no rosto e um lindo bebê nos braços…ehehehe

EU acreditei, estou acreditando de novo.

E você, que passa pelo mesmo problema, ou parecido, acredite também. Procure assistência médica, e tenha força de vontade.

Nada na vida é imutável, pode ser difícil, mas as coisas acontecem.

Tenha certeza disso.

Este depoimento foi feito para a Blogagem Coletiva do Dia Nacional de Combate à Obesidade, do Blog Infobeso .

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Acorde todas as manhãs com um sorriso

Luz do meu dia!

Recebi este texto num e-mail do Eduardo Melo Valente, foi enviado a ele por Isabel Oliveira.

Adoro os textos deles, e este achei especial!

“Acorde todas as manhãs com um sorriso.

Esta é mais uma oportunidade que Você tem para ser feliz!!

Seja seu próprio motor de ignição. O dia de hoje jamais voltará. Não o desperdice, pois Você nasceu para ser feliz!!

Enumere as boas coisas que Você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, Você será capaz de ir em frente, com força, coragem e confiança!

Trace objetivos para cada dia, assim sendo, Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez…

Seja paciente! Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é o seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, lhe ajuda a manter a dignidade. Acredite, seu valor está em Você mesmo! Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Quando nos deixamos vencer, não há surpresas nem alegrias. Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de Você!

A felicidade não é ter ou alcançar, mas sim, dar. Estenda sua mão, compartilhe, sorria…abrace!!

A felicidade é um perfume que Você não pode passar nos outros sem que o cheiro fique um pouco em suas mãos.

O importante é Você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor e que isso produz maravilhosos efeitos colaterais. Não só cria um espaço feliz para os que estão ao seu redor, como também, encoraja outras pessoas a serem mais positivas.

O tempo para ser feliz é agora! O lugar de ser feliz é aqui!

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